domingo, 7 de junho de 2009

Oslo


Oslo é cidade grande, mas não é muito grande. Oslo costuma ser fria, mas lá eu passei calor. Oslo é antiga, mas é moderna. Oslo é cara, mas vale cada centavo (ou melhor, cada øre). Oslo é linda, pra caramba.
Gostei de Oslo. Aproveitei o feriado da Ascensão de Cristo (Himmelfatsdag, 21/5) e passei longos três dias na capital norueguesa. Fui de Trondheim até lá de trem, sete horas de viagem entre montanhas com algum resto de neve nos cumes. Cheguei de manhã, deixei as malas no albergue e saí para fazer o primeiro reconhecimento da cidade. Vazia, afinal era manhã de feriado e norueguês leva feriados e domingos muito a sério.
Comecei com uma andada pela margem do rio Akerselva. Depois resolvi pegar a direção da parte mais central, passando pela badalada rua Karl Johans, onde um sãopaulino fazia malabarismos com uma bola e duas muletas para ganhar seus trocados. Vi também o Parlamento (Stortinget), o cais, a prefeitura, a moderna Ópera, o Palácio Real (com direito a troca da guarda), o Vigelandsparken (parque cheio de esculturas em pedra) e mais um bocado de coisas.

No dia seguinte lancei mão de meu Oslo Pass, um cartão que temporário que te permite entrar em vários museus e usar sem limites a extensa malha de transportes de Oslo - Trens, metrôs, ônibus e barcos. Museu Viking, museu de Cultura Popular, museu Polar, Museu Naval e até no museu do Futebol eu fui, com direito a visita ao campo do Ullevaal Stadium. À "noite", uma andada pelos bares da Karls Johan e também da Aker Brygge, que beira o cais.

No dia seguinte, dei uma andada de barco pelo Oslofjord, visitei a fortaleza de Akershus e ao museu de Edvard Munch. Almocei num bom restaurante e fiz boas compras. Cheguei ao aeroporto com os pés pedindo férias, e voltei para o interior.
Gostei demais de Oslo, de verdade. Recomendo, e muito, que incluam Oslo em seus possíveis roteiros pela Europa.
Até!

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